Creamfields Brasil 2014: falta pouco!

17 dias nos separam da edição brasileira da Creamfields, que acontece dia 25 de janeiro, no Stage Music Park, em Jurerê Internacional. O line up nós já sabemos. Sabemos também que serão três pistas:

Main Stage, com Steve Aoki, R3HAB, Thomas Gold, Life is a Loop, Pic Schmitz, Jorge Junior e Leandro Telles.
Cream Arena, com Jamie Jones, Hernan Cattaneo, Matthias Tanzamann, Tone of Ark, Inifinity Ink, Renato Ratier, Rodrigo Ferrari e Aninha
E o Terraza, com HNQO vs Fabø, Elekfantz, Michel Saad, Sonic Future e Renee Mussi.

Ufa! 21 apresentações de um festival que vai começar às 18h.

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A House Mag conversou com Tonico Novaes, sócio-diretor corporativo da Creamfields Brasil, para saber mais sobre o evento. O resultado você confere abaixo:

House Mag: A Creamfields tem característica de ‘festival boutique’, como você mesmo mencionou à House Mag no ano passado. Este ano, a proposta continua?

Tonico Novaes: Em 2013, recebemos algumas propostas de levar o festival para Balneário Camboriú, porém a identificação da marca Creamfields, aqui no Brasil, à cidade de Florianópolis é muito grande. Foi ali que conseguimos posicionar a marca como ‘O festival do nosso verão, o verão da nossa vida’, sendo assim, teremos a mesma estrutura, com algumas inovações.

HM: Que inovações?

TN: Neste ano, preparemos um backstage especial na Cream Arena, independente do palco. Além disso, teremos mais horas de festa; devemos acabar o evento mais tarde do que nos outros anos. Sem falar nas novidades de cenografia que sempre fazemos com mapping e led. O line up deste ano também virá mais jovem e moderno e a terceira pista, o Terraza, que ano passado foi uma surpresa do patrocinador, este ano já vem com line up montado e divulgado, fortalecendo a cena nacional e principalmente de Santa Catarina.

HM: Este é um ponto bem importante no evento deste ano: a inserção de vários artistas locais no line up. Qual a importância disso, na sua opinião?

TN: Nas duas primeiras edições da Creamfields, precebemos que não tínhamos nenhum DJ de Santa Catarina, porém, no ano passado, começamos a privilegiar os locais, com o projeto Old is Cool – de Daniel Kuhnen e Rafael Pigozzi – tocando no Main Stage. Acho que isso é uma tendência dos festivais, trabalhar cada vez menos com headliners. Claro que o grande público prefere escutar nomes como Fatboy, Aoki, Afrojack, mas o maior diferencial de um festival é ter a marca forte onde não é preciso depender de grandes nomes, senão você acaba ficando refém de headliners. Precisamos ter a sabedoria de montar um festival coeso musicalmente e forte de infra-estrutura para atender ao público mais exigente.

HM: Quais foram os critérios para a escolha do line up 2014?

TN: A nossa principal intenção é montar uma programação que faça sentido musicalmente e que agrade ao perfil do público do Creamfields. Não estamos preocupados se o DJ é mainstream ou underground, até porque essa discussão já cansou e está muito out of fashion. O Creamfields em Floripa sempre foi de Vanguarda musical. Os DJs que contratamos sempre retornam ao Brasil durante o ano para tocar em muitos outros clubes do Brasil, principalmente os DJs da Cream Arena. O line up internacional é montado a partir de uma wish list preparada por nós, mas desenvolvidos pelos proprietários da marca em Los Angeles. Já os nacionais, com slots já estabelecidos, somos nós quem contratamos, desde que aprovados pela organização em L.A.

Dito isso, agora é só aguardar o grande dia! Já tem ingresso? Não? Bom, então corre no Blueticket.com pois os ingressos de camarote já estão no segundo lote, os masculinos, e terceiro, os femininos. A pista permanece no primeiro, mas não deve durar muito tempo.

Creamfields, o festival do nosso verão, o verão da nossa vida!

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